As coisas não deram certo para elas… Algumas chegaram em péssima hora, outras simplesmente não caíram no gosto do povo. Veja aqui montadoras que saíram do país após vidas curtas — e você talvez nem tenha percebido.
Em 1995 a espanhola SEAT veio para o Brasil, abrindo seu próprio caminho com o sedã Córdoba. Os veículos eram fabricados na Argentina, e a montadora chegou a trazer uma linha diversificada para o país. O problema é que os concorrentes da SEAT traziam carros similares com preços menores. Além disso, a marca desconhecida gerava dúvidas nos consumidores. Com isso, a SEAT saiu de fininho em 2002.
Essa merecia um prêmio por insistência! A SsangYong tentou a fama em solo nacional três vezes, a última delas entre 2017 e 2019. O último tiro foi tentar concorrer com a Jeep Renegade. Os problemas se acumularam: primeiro, a marca permanece estranha para muita gente. Segundo, os consumidores anteriores foram abandonados duas vezes, prejudicando a reputação da marca para quem já conhecia. E terceiro, a empresa não ia bem das pernas financeiramente.
Atualmente, a SsangYong se chama KG Motors, após ter sido comprada pela metalúrgica KG Group.
Você deve lembrar da chegada do Lifan 320 ao Brasil, porque ele lembra muito um Mini Cooper. O foco da Lifan era carros simples e baratos.
As coisas já não iam bem por conta da opinião popular a respeito dos carros chineses; somada com a crise econômica do começo da década de 2010, fez a empresa navegar a pique por vários anos, até que veio a pandemia e consolidou a queda. Não há registro de emplacamentos de Lifans desde 2019. A marca ficou inativa nas redes sociais há um tempo, e as concessionárias fecharam ou viraram lojas multimarcas.
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